Quando criança, tive também um amigo imaginário, claro. Era
uma borboleta e se chamava Quinho.
Adulta, sinto-me ainda rodeada por certa presença, que, agora, nada amena, vez por outra, me leva e traz aos cantos mais empoeirados do coração e da mente.
A diferença é que este meu inimigo invisível é humano e se chama Roberta.
Adulta, sinto-me ainda rodeada por certa presença, que, agora, nada amena, vez por outra, me leva e traz aos cantos mais empoeirados do coração e da mente.
A diferença é que este meu inimigo invisível é humano e se chama Roberta.

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