Às vezes, uma paixão é só (e tudo isso) uma paixão. Que não precisa se transformar em amor, tampouco em dor, para deixar suas marcas. Hoje, meu peito é uma esteira onde a paz se deitou sem pressa e sem vontade de se levantar. E em seus sonhos, eu sou muito mais eu, uma versão muito mais segura e atenta às minhas necessidades, à liberdade alheia e à realidade de um sentimento. Distraidamente, mas sem atropelos, ela vai cozinhando a fogo brando aquilo que muito mais é do que promete, em palavras e gestos vãos ou quebradiços, ser. Voilà!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário