Neste minuto, toda a claridade que tenho vem parte da lua, que está linda e cheia, da tela do computador e da brasinha de um cigarro pousado ao seu lado, os dois últimos, sobre a mesa do meu quintal. Cheguei correndo do trabalho com uma única convicção: de que deveria abrir a geladeira e pegar uma cerveja na passagem de vinda até meu recanto maravilhoso, onde me sento para escrever. Assim o fiz.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
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