Se, hoje, me dissessem que se passaram só 4 meses,
pouco mais de 120 dias ou 2.880 horas desde que eu te vi, gostei, me cheguei, me
encostei e me apaixonei, eu teria lá minhas dúvidas quanto à veracidade dos
fatos, sabe.
Talvez não acreditasse que o amor pudesse ser tão
grande, natural e harmonioso em tão curto espaço de tempo (eu e essa mania de
viver dia a dia, minuto a minuto, intensamente).
Ficaria com a pulga atrás da orelha em perceber que
essa vontade só cresce.
E, não acostumada à boa ventura, desconfiaria se me
dissesse que sente o mesmo por mim.
Mas – ô sorte! -
era eu mesma quem estava lá, ao vivo, naquele dia 2 de fevereiro.
Tão à procura de mim que encontrei você.


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