Me sinto aqui, deitada no chão, como quem ingeriu uma pequena dose de cicuta e aguarda, esperançosa, que seu efeito se dissipe no sangue. Enquanto isso, ouço um blues despedaçado na TV e me dou conta de que mesmo uma dose ainda menor de você, ao contrário do envenenamento, não vai passar e ainda vai deixar seqüelas.
domingo, 2 de janeiro de 2011
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