Há momentos do meu dia em que todas as pessoas, sem exceção, transeuntes cotidianos, viram personagens da minha vida. Isso porque quando dou uma pausa do trabalho e desço para fumar um cigarro, escolho a dedo a música que ouço, e desenho microvideoclipes na mente, imaginando sempre o que se dá com a vida desta ou daquela pessoa que por mim passa e que, provavelmente, nunca mais vou ver. Interessante.

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