
Sempre escolho as músicas que vou ouvir, de modo que elas sejam, de certa forma, a trilha sonora do meu dia, da circunstância ou da fase que atravesso. A junção do som e das imagens que ilustram meus trajetos dissolve aquelas questões que me angustiam, mas que sempre deixo “para pensar depois”. São elas que me dão ideias. Que me fazem acreditar mais em mim mesma. E que me evidenciam soluções.
Quantas não foram as vezes que, mesmo lá de longe, Freddie Mercury me encheu o peito de uma ansiedade gostosa, tamanha sua vontade de viver... Ou, mesmo que a gente nunca tenha se encontrado pessoalmente, Ana Carolina foi aquela que gritou por mim, com seus falsetes
Também, por vezes mais internacionalizada, foi Edith Piaf que me fez transportar a um lugar ou uma época que não cheguei a viver, mas dos quais sinto saudades. E os dias
Embora seja uma apaixonada por rádio, tenho em meu moderníssimo celular algumas faixas-coringa, que vão de Rosana e sua “O amor e o poder”, até Adele com “Chasing Pavements” – que, particularmente, traz um quê de “reconstrução de vida, sabe? O lance é que Chico Buarque – sempre ele! – é quem tem embalado meu início de sono com “Todo sentimento”.

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