
Como de praxe, levava ao pai todas as tardes o bule de café quentinho feito pelas aias da família. Apesar das vestes de princesa, era raro que se comportasse como tal. Simples como seu nome, chamava-se ‘Ana’. Desde pequena, já se sabia afeita aos préstimos, e na volta para casa, fora assim flagrada.
[Auguste Renoir, c. 1876. “The Girl With Watering Can”]

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